Quinta-feira, fui saborear comidinhas deliciosas e tomar uma cervejinha na Semana do Fazendeiro, que acontece há 82 anos na Universidade Federal de Viçosa (UFV). Quando cheguei, se apresentava uma banda de samba. Os caras eram realmente bons, mas quem montou o som dos shows esse ano? Estava alto demais, desregulado demais, estourando demais… Sem contar que, samba na Semana do Fazendeiro? Sério? Quando eu entrei, achei que havia sido abduzida para uma quadra de ensaio de Escola. Nada contra Escolas de Samba, muito ao contrário, mas cada coisa tem seu devido lugar!
Depois, veio o “tão esperado” [Oi? Havia uma horda de fãs histéricas embaixo do palco!] show do Júnior Esperancini, um cantor da região [daqui-memo-da-região], de uns 18 anos [confere?], que foi calouro no programa do Raul Gil e, depois disso, virou celebridade local. Pra quem gosta de sertanejo [o que não é exatamente o meu caso], ele é bom… Mas precisa de mais experiência de palco. A banda que o acompanha também não é ruim. De fato, parecem ser músicos com estrada e bons instrumentos, mas o que houve? Atravessar é fogo. O garoto subtonou várias vezes. Não sei se ele estava sem retorno ou o que, mas, por diversas vezes, a banda tocava em um tom e ele em outro.
Na terça-feira, presenciei a apresentação de uma dupla sertaneja feminina se esgoelando em uma música de Xicotinho e Salto alto [quem se lembra?]. Tive que rir. Depois até que rolou um som legal, uns violeiros das antigas, daqueles que destroem na viola, no violão e no microfone! Compensou.
Mas eu gostei mesmo foi de uma outra dupla sertaneja feminina, que se apresentou sexta-feira: Natalia e Eliane. As meninas mandam bem e, se eu fosse de ouvir sertanejo, com certeza já teria procurado alguma coisa delas pra baixar na net.
Se valeu? Valeu! Sempre vale, quando se tem uma excelente turma de amigos!
Ah… A cerveja estava gelada.

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